Fernanda Gonçalves de Castro

Nascida na África do Sul, em 1990, Fernanda Gonçalves de Castro, filha de emigrantes madeirenses, conclui, em 2011, a licenciatura em Ciências da Cultura, na Universidade da Madeira. Em 2008, publica o livro Palavras de Perdição (poesia) e em 2009 é convidada a participar na Antologia Worldartfriends com um poema da sua autoria. Entre 2008 e 2010 foi repórter do Jornal Académico (JA), projeto pertencente à Associação Académica da Universidade da Madeira (AAUMa). Em 2010-2011 ocupa o cargo de Diretora de Redação da Revista JA e colabora, entre 2009 e 2011, no programa de rádio Voz na Matéria, uma parceria entre a TSF e a Associação Académica da Universidade da Madeira. Entre 2011 e 2013 colabora na coluna “5 Sentidos” do Diário de Notícias da Madeira. Em 2012, participa, com um artigo, na revista PensarDiverso – Revista de Estudos Lusófonos da Universidade da Madeira – N.º 3: Ironias (revista nacional com arbitragem científica), intitulado “A ironia e a distopia em O Cão e os Caluandas, de Pepetela e O Último Voo do Flamingo, de Mia Couto”. 

O seu domínio de especialização é as Literaturas e Culturas Lusófonas, nomeadamente a Literaturas e Culturas Africanas, sendo esta a sua área de dissertação. Participou, em 2013, na secção “Rumo a Sudoeste”, do semanário Tribuna da Madeira, com o artigo “Angola com sabor a Brasil”, no âmbito das comemorações Portugal-Brasil. Participa, atualmente, no projeto “Aprender a Madeira”, através da elaboração de algumas entradas do futuro Dicionário Enciclopédico da História da Madeira. É atualmente redatora do CLEPUL para a revista JA e frequenta o 2º ano de Mestrado em Estudos Linguísticos e Culturais na Universidade da Madeira, com uma dissertação intitulada "Utopia e Distopia: a crítica irónica em Pepetela – de O Cão e os Caluandas a Predadores".