Irene Maria Leandro Rodrigues Fialho

Mestre em Literaturas Comparadas, tem-se dedicado ao estudo da obra de Eça de Queirós com especial incidência nos manuscritos do autor. Desta tarefa resultaram os volumes de edição crítica de Alves & Cia. (1994) e Almanaques e outros dispersos (2011), tendo em finalização A correspondência de Fradique Mendes e O conde de Abranhos, todos eles para a IN-CM. Na Biblioteca Nacional de Portugal publicou a transcrição do manuscrito «Almanaques» (2001) e um estudo arquivístico e filológico sobre «Aquisições Queirosianas» (2007). Da sua atividade de investigação resultou a descoberta e publicação de cinco textos inéditos de Eça de Queirós (in Almanaques e outros dispersos) e da opereta A Morte do Diabo (Editorial Caminho, 2013).

Membro do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra, do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Universidade de Lisboa e do Instituto de Estudos de Literaturas Tradicionais da Universidade Nova de Lisboa, desempenha também as funções de Administradora para a Cultura da Fundação Eça de Queiroz desde 2010 (sendo membro do Conselho Cultural da mesma Fundação desde 2002) Presidente da Associação Portuguesa de Casas Museu (APCM) e Diretora em Portugal da Associação Ibérica de Casas Museu e Fundações de Escritores (ACAMFE).


Artigos e entrevistas:

2012. «Geração de 70 – República antes da República» in Convergência Lusíada, n.º 28, Rio de Janeiro, Real Gabinete Português de Leitura, jul-dez 2012.

2011. «A Morte do Diabo» e a primeira vida de Carlos Fradique Mendes, poeta Satânico português» in Revista de Estudos Literários, vol. I, CLP-FL/UC.

2010. «O peso das palavras» in Jornal de Letras, Artes e Ideias,  N.º 1027, 10 de fevereiro de 2010.

2008. «De comboio até Jerusalém, pelos trilhos da memória – um inédito de Eça de Queirós: O caminho-de-ferro de Jerusalém» in Jornal de Letras, Artes e Ideias, n.º 987, 30 de julho de 2008.

2008. «Crónica de um achamento – um texto inédito de Eça de Queirós: Colombo e o seu Centenário» in Expresso, n.º 1863, 12 de julho de 2008.