Jacqueline Penjon

Jacqueline Penjon, Professora titular da cátedra “Língua, literatura e civilização do Brasil” da Universidade da Sorbonne Nouvelle – Paris3, de setembro de 1995 a setembro de 2012, é atualmente professora emérita nesta mesma instituição. Literatura, léxico e tradução são as principais linhas de trabalho. Dedica-se atualmente a literatura e imprensa brasileira do século XIX. Escreveu cerca de cinquenta artigos, editou uma dúzia de volumes Les Cahiers du Crepal, Centro de pesquisa sobre os paises lusófonos ( EA 3421) que dirigiu de 1998 a 2012. Organizou uma dúzia de colóquio internacionais e orientou cerca de 30 doutoramentos (entre eles, 4 Habilitations à diriger des Recherches (HDR), ou seja, teses de livre-docência). Dirigiu também uma coleção de livros didáticos para o ensino do português. 

Entre as publicações, destacam-se Littérature et modernisation au Brésil (org. com J. A. Pasta Jr.), Paris, PSN, 2004, 256 pp.; Paysages de la lusophonie: intimisme et idéologie (org.), Cahier du Crepal n.° 15, Paris, PSN, 2009, 247 pp.; Littératures de l’Amérique latine, Aix-en-Provence, Edisud, 2009 (com François Delprat, Jean-Marie Lemogodeuc); Hommes et paysages (org.), Cahier du Crepal n.° 16, Paris, PSN, 2010, 251 pp.; La fête dans le monde lusophone: le Carnaval et son cortège (org.), número especial dos Cahiers du Crepal, Paris, PSN, 2012.

Entre as traduções: Jean-Marie Thomasseau, O Melodrama - tradução e apresentação, em colaboração com Cláudia Braga, São Paulo, Ed. Perspectiva, 2005, 142 pp.; La lettre de Pero Vaz de Caminha au roi Manuel sur la découverte de la «Terre de la Vraie Croix», dite aussi Brésil, tradução e apresentação por Jacqueline Penjon e Anne-Marie Quint, Edição bilingue, Paris, Editions Chandeigne, 2011, 96 pp.

Contos e poemas em antologias, por exemplo Manoel de Barros, Nelson Ascher e Paulo Leminski - Revue Europe, mars 98; Sérgio Sant’Anna, «Un conte (un non-conte), je vous le conte?», in J. Penjon (org.) Nouvelles brésiliennes contemporaines – Missive – France Telecom, 2008 pp. 7-10; João Paulo Cuenca, «La pièce aux oiseaux», id.ibid., pp. 21-23 ; Edla van Steen, «Dégoût», id. ibid., pp. 25- 33; Daniel Galera, «Manuel pour écraser les chiens», id. ibid., pp. 35-40; Evandro Affonso Ferreira, «Élan», id. ibid., pp. 41-42, etc.