A 24 de junho de 2008 deu-se a fundação do Círculo de Cipião – Academia de Jovens Investigadores, enquanto espaço de formação, debate, reflexão crítica e partilha de saberes e experiências para jovens investigadores.

Expondo e debatendo resultados de pesquisa em perspetiva interdisciplinar, jovens investigadores com investigadores mais experientes aprendem, nesta academia, a desenvolver e aperfeiçoar métodos e análises, de modo a abrir novas fronteiras de conhecimento.

Tradição e inovação são conjugadas para a construção de um saber sustentado em bases sólidas e motivador de novas procuras, que permitam produzir cultura avançada e conquistar qualificação pela ciência.

Atualmente, o Círculo renovou a apresentação das Sessões com o formato dos Seminários à Hora do Almoço – espaço de debate regular, onde os jovens investigadores e outros convidados apresentam o resultado das suas investigações. 

Este momentos funcionam com dois tempos, de 30 minutos cada, num total máximo de uma hora, entre as 13h e as 14h. Com esta iniciativa criou-se um espaço dinâmico e informal, em que cada orador por sessão poderá apresentar investigação em curso e submetê-la a uma audiência, que, em igual período de tempo, corresponderá com perguntas e comentários, promovendo assim o diálogo e o intercâmbio de experiências.

Esta modalidade do Círculo de Cipião foi inaugurada em 2012 e já contou com várias apresentações.

Seminários à Hora do Almoço

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2018

Sessão CCXV | 24 de outubro | Gabriel André | Da “lingua do pobo” ao “Modelo Noruega”: 40 anos de (re)construção do padrão culto galego.

Sessão CCXIV | 17 de outubro | Carlota Simões | Pedro Nunes e a Coroação de D. Sebastião.

Sessão CCXIII | 10 de outubro | Sérgio Guimarães de Sousa | Paulina Chiziane.

Sessão CCXII | 8 de outubro | Stefano Rossoni | Flaubertian Inflections: Masculinity and the Rhetoric of Emotions in J. M. Coetze and Philip Roth.

Sessão CCXI | 3 de outubro | Miguel Oliveira | John dos Passos: Leitura Proibida - O papel dos intelectuais na instituição da censura no Terceiro Reich.

Sessão CCX | 12 de setembro | André Silva | Comer é um ato político.

Sessão CCIX | 3 de setembro | João Araújo | A literatura da matemática e a matemática da literatura.

Sessão CCVIII | 18 de julho | Luísa Antunes Paolinelli | A possibilidade da empatia e a ideia de “próximo” na literatura.

Sessão CCVII | 11 de julho | Januário da Costa Gomes | Portos e a Globalização.

Sessão CCVI | 28 de junho | Carlos A. Page | Histórias de exílio nas memórias dos jesuítas expulsos da Província do Paraguai.

Sessão CCV | 20 de junho | Pedro Freitas | A geometria na arte de Almada Negreiros.

Sessão CCIV | 30 de maio | Tania Martuscelli | Mário-Henrique Leiria e a construção do mito.

Sessão CCIII | 28 de maio | Cláudia de Castro Caldeirinha | Liderança feminina na Europa: onde estamos e onde vamos.

Sessão CCII | 23 de maio | Marta Marecos Duarte | A correspondência de Francisco de Pina e Melo no marco cultural e estético da Ilustração Portuguesa.

Sessão CCI | 16 de maio | Carlos Vaz Marques | A arte da pergunta em Rádio.

Sessão CC | 14 de maio | José Eduardo Franco | Marquês de Pombal, o calcanhar de Aquiles da historiografia portuguesa. (Parte 1 | Parte 2)

Sessão CXCIX | 11 de maio | João Oliveira | Democracia e liberdade: desafios globais. (Parte 1 | Parte 2)

Sessão CXCVIII | 11 de abril | José Frazão Correia | Entre-tanto: as dinâmicas da vida e a vida da alma em quatro linhas.

Sessão CXCVII | 5 de abril | Dalexon Sérgio da Silva | Uma análise discursiva da neopentecostalização do pentecostalismo clássico nas igrejas Assembleias de Deus do Brasil e Portugal.

Sessão CXCVI | 28 de março | Rui Oliveira Soares | Medicina à flora da pele: Progressos e Perigos da Dermatologia.

Sessão CXCV | 21 de março | João Paulo Malta | A dignidade do ser humano desde a conceção até à morte natural: temas fraturantes da atualidade.

Sessão CXCIV | 14 de março | Manuel J. do Carmo Ferreira | Um novo Darwin das Ciências Humanas — René Girard.

Sessão CXCIII | 12 de março | José Candeias | Rádio e humanização da sociedade: a arte de comunicar com todos e para todos.

Sessão CXCII | 8 de março | Alfredo Teixeira | Os usos da memória religiosa no campo artístico — sob o signo da transação.

Sessão CXCI | 7 março | António Amaral | O “a-fazer” da verdade como desafio ético em Aristóteles.

Sessão CXC | 2 de março | Saulo Thimoteo | O Padre António Vieira em banda desenhada: os sermões e os processos de adaptação.

Sessão CLXXXIX | 27 de fevereiro | Susana Goulart da Costa | Autonomia dos Açores: história, identidade e desafios futuros.

Sessão CLXXXVIII | 22 de fevereiro | Cristiana Lucas Silva | Representações do Estrangeiro na Cultura Portuguesa.

Sessão CLXXXVII | 26 de fevereiro | Clara Almeida Santos | Media e construção da realidade: o caso do “arrastão” de Carcavelos.

Sessão CLXXXVI | 21 de fevereiro | Marize Malta | Objetos do mal: os enjeitados na história da arte.

Sessão CLXXXV | 14 de fevereiro | Fernando Marques | Damião de Góis ou O humanismo derrotado — ideias humanistas e iluministas em Portugal e no Brasil.

Sessão CLXXXIV | 9 de fevereiro | Eliane Robert Moraes | Puta, putida, putus: devaneios literários em torno da prostituta.

Sessão CLXXXIII | 7 de fevereiro | Paulo de Assunção | A imperatriz Amélia de Leuchtenberg: a rosa e os espinhos da vida.

Sessão CLXXXII | 2 de fevereiro | Mariana Gomes da Costa | Morte e olhar médico na obra Naissance de la clinique, de Michel Foucault (1963).

Sessão CLXXXI | 31 de janeiro | Paulo Drumond Braga | Um pretendente ao trono de Portugal nas teias de Salazar: D. Duarte Nuno de Bragança (1907-1976).

Sessão CLXXX | 24 de janeiro | Jonatas Silva Meneses | A Enciclopédia das Religiões Brasileiras.

Sessão CLXXIX | 17 de janeiro | Luís Ferreira | Do laboratório ao mercado: a história da NZYtech.

Sessão CLXXVIII | 15 de janeiro | Porfírio Pinto | A arquitetura teológica de Vieira.

Sessão CLXXVII | 10 de janeiro | Manuel Carmelo Rosa | A Fundação Calouste Gulbenkian: uma história ao serviço da Cultura e da Educação.

Sessão CLXXVI | 3 de janeiro | Nelma Santos | Os roteiros da Nau Catrineta: uma cartografia sem fronteiras.